quinta-feira, 26 de março de 2015

Violência Doméstica - em particular a exercida contra as mulheres - marcou negativamente o mês de Março.

Violência Doméstica - em particular a exercida contra as mulheres - marcou negativamente o mês de Março.
“ Entende-se por violência doméstica toda a violência física, sexual ou psicológica que ocorre em ambiente familiar e que inclui, embora não se limitando a maus-tratos, abuso sexual das mulheres e crianças, violação entre cônjuges, crimes passionais, mutilação sexual feminina e outras práticas tradicionais nefastas, incesto, ameaças, privação arbitrária de liberdade e exploração sexual e económica. Embora maioritariamente exercida sobre mulheres, atinge também, directa e/ou indirectamente, crianças, idosas e outras pessoas mais vulneráveis, como os/as deficientes” (Resolução do Conselho de Ministros nº 88/2003, de 7 de Julho).
Em 2014 foram registados 15.724 crimes de violência doméstica contra as mulheres, e foram agredidas 19 mulheres por dia. Embora a definição de violência doméstica, englobe mais que a violência contra as mulheres, estatisticamente está provado que é a mulher o alvo de mais agressões dentro de casa. Os agressores preferiram o uso de armas brancas, armas de fogo, o afogamento, o espancamento e até o fogo, para demonstrar o seu desagrado pelo divórcio, ciúme, ou até mesmo pela refeição mal elaborada por aquela que juraram amar e proteger aquando das trocas de amor que os uniram em matrimónio ou comunhão de vida de outra designação.
Devido à formatação inadequada que os homens sofrem nesta sociedade, é quase bem visto que o homem submeta a mulher ao seu lado, a atitudes menos próprias, que demonstram, que ainda temos muito que caminhar ….
As mulheres de hoje são, como ontem, vistas como uma propriedade devido à formatação errada que a sociedade continua a incutir na estrutura social.
Obtivemos grandes conquistas nas áreas da liberdade de expressão fora de casa, e quando somos consideradas independentes de um homem, mas assim que se começa a namorar, já se sente o jugo da moral exacerbada em favor de uma submissão ao homem. Não adianta esconder a cabeça na areia e fazer o papel de heroínas que lutam pelo sustento, pela educação etc., se dentro de casa ainda somos agredidas, ofendidas, humilhadas e violentadas na dignidade e baixamos a cabeça, ou “deixamos andar “.
A formatação social começa em casa e continua na escola. Que tipo de educação estamos a providenciar aos nossos filhos?
Este ano, já morreram mais de 5 mulheres às mãos do amor, perdoem-me esta ironia, mas é isto que vendemos às nossas filhas, a ideia que o amor mata. Vendemos às nossas filhas e aos nossos filhos a ideia errada de amor posse e amor violento como forma de amar, pactuamos com a formação de agressores, de pequenos ditadores das normas, direitos e liberdades que as suas esposas podem ou não deter.
Como comunidade feminina, temos virado a nossa preocupação, para a conquista dos direitos fora dos afectos e da segurança, eu não vejo problema algum nisso, vejo é problema em esquecermos que somos dignas de ser mulheres protegidas e amadas ao invés de ofendidas e mutiladas.
Conquistámos o direito a voto, o direito a trabalhar fora de casa, o direito ao divórcio, o direito à educação. Muitos destes direitos são meramente formais, eles deveriam existir desde sempre, desde a idade da pedra que as mulheres trabalham, desde a idade da pedra que as mulheres decidem e sabem pensar por si, fomos sim, roubadas e aprisionadas, desde que se permitiu que o homem fosse exacerbado e exaltado como chefe de decisões.
Obviamente, existem diferenças de género, óbvias e que eu me orgulho de defender que se mantenham; eu adoro ser mulher, adoro ser mãe, ter a capacidade de gerar vida dentro de mim, de a colocar no mundo e educar o futuro através do exemplo que dou como mãe, porém tenho que me deparar com uma sociedade que se diz diversificada e multicultural, mas que nega direitos básicos que já existiram na génese da sociedade Europeia.
Deve a mulher pagar pelo desequilíbrio emocional, económico, estrutural até, da nossa sociedade?
Março marca negativamente a nossa condição de mulher, a essência e a condição de mulher é sagrada. Ser mulher, primeiro que tudo, é ser educadora de futuros homens e mulheres que serão os descendentes herdeiros do que auferimos. Colocámo-los neste mundo, neste país, nesta terra, que tal fazermos deles e delas a perfeição na complementaridade de géneros?
Vale a pena investir em educação, em boas maneiras, gentileza, trato adequado, vale a pena investir na aceitação das diferenças que a mulher tem do homem e vice-versa e conseguir louvar essa ordem natural e que nos permite ser uma raça independente da clonagem ou da fertilização in-vitro. Vale a pena ensinar a amar e ensinar que o amor não é um campo de batalha, mas sim, um campo de sementeira, onde cada um coloca o seu melhor e colhe de acordo com o que investiu em tempo, doação, alegria e estabilidade.
Para finalizar, quero que se recordem que são fortes o suficiente para mudar uma nação, basta querer.
CF

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Linhagem

As tuas próprias moléculas são sagradas e contêem partes dos que caminharam antes de ti , estão preenchidas de luz e de conhecimento da tua linhagem , da tua mónada , desses Ancestrais que por amor te deram a vida .
Tu és a soma de grandes feitos , de muito suor , de lágrimas , e também de outro tanto amor , alegria e sorrisos ....És Tudo ! Honra- Te e serás o Amor PURO dos que te guardam .
Roseira


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

NOS estamos de volta

Caros apoiantes e simpatizantes do NOS ,vimos desta forma desejar um fantástico ano de 2015 a todos vós e relançar a nossa página neste dia em que conhecemos mais uma acção Nacionalista de grande envergadura .

Transmitimos assim , que o próximo passo , será o da organização oficial e no terreno dos núcleos locais NOS que gostaríamos de ver estendidos por todo o país.

O objectivo das 7.500 assinaturas para registar o partido , continua a necessitar do vosso empenho e atitude positiva .
É muito importante a mobilização total dos nossos membros e simpatizantes . Assim que os núcleos estejam devidamente oficializados será fulcral a acção de rua na angariação de assinaturas .

No ano em que saímos do domínio da Troika Estrangeira e no ano em que se vão realizar Eleições Legislativas, que formarão o próximo Governo de Portugal para os próximos 4 anos, ser uma opção no boletim de voto é uma das nossas metas .
Há muito que esperamos para colocar em prática a nossa visão de um Portugal próspero e respeitado, para além de termos um dos nossos castigado pelo sistema que supostamente deveria defender os verdadeiros Portugueses , está na hora de arregaçar as mangas e demonstrar que este interregno serviu para nos fortalecer a espinha dorsal e a nossa moral colectiva .

Hoje mesmo , temos um grande exemplo a ressaltar , Mário Machado lança novamente um rumo para todos os Nacionalistas de acção , estamos orgulhosos de ter um camarada com esta noção de missão , que nunca abandona o ideal . Este exemplo é uma honra e dificilmente este homem cairá , se os seus camaradas não o abandonarem . Relembramos sábias palavras que ressaltam o valor de grandes Seres que se entregam de corpo e alma ao ideal Nacional : Um movimento como o Nacionalismo tem de estar preparado para dirigir-se a milhões de pessoas , mas existem poucos especiais , aqueles que desde sempre e com qualquer circunstância adversa continuam a ser fiéis à causa , é isso que proclamamos hoje : fidelidade ! Portugal está atrás , à frente e ao nosso redor , permeia-nos as células . Vamos mostrar isso aos nossos compatriotas .

A nossa sociedade está dormente , Portugal tem sido bombardeado com pessoas sem escrúpulos que governam melhor as suas carteiras que o país , dando vantagem a quem é seguidor , a quem se corrompe facilmente . Está no nosso caminho uma grande luta pelo regresso da" meritócracia " , cada qual no lugar onde se destaca pelas suas qualidades e capacidades .
Não vamos entregar facilmente o que os nossos antepassados conquistaram, NOS estamos de volta .


Até à Vitória
NOVA ORDEM SOCIAL








sábado, 27 de dezembro de 2014

Festivais de Verão - Festivais de consumo por Daniel Lage

Falando sobre festivais de verão, considero que o nome mais correcto para estes eventos seria festivais de consumo. E porquê? São uma centena de festivais onde a entrada custa quase um quarto do salário mínimo, compostos por uma série de bandas musicais cujo conteúdo de letras é um vazio intelectual, e onde muitos se sentem desinibidos para beber álcool até cair, deixando um rasto de lixo no recinto e também, em muitos casos, valores pouco morais com oferta de preservativos para no fim virem embora sem qualquer enriquecimento cultural positivo para o seu corpo físico e/ou espiritual. Ou seja, são simplesmente festivais financiados por marcas de consumo e que tentam atrair a nossa juventude para se enquadrar no espírito do consumo e pouco mais. Um reflexo da cultura marxista que nos injectaram.

Felizmente há como alternativa as diversas festas regionais e feiras medievais espalhadas pelo país. Aqui sim, encontra-se o verdadeiro sentido de tradição. Esta palavra deriva do latim traditio e significa transmissão do conhecimento/sabedoria do passado para o presente e é precisamente o oposto da cultura marxista imposta nos festivais de verão. Daí o escritor Julius Evola ter dito com grande razão: ”O tradicionalista é a ideologia mais poderosa dos tempos modernos”.

O desespero da procura de emprego - por Daniel Lage

Nos dias de hoje qualquer português trava uma batalha diária na procura de um emprego em Portugal. O resultado é sempre o mesmo: sem resposta.
Eu sou um desses portugueses; e na minha pesquisa por empresas nacionais para enviar o meu curriculum, tenho verificado que as empresas nacionais estão a deslocar a produção para a China e os serviços para África e Brasil. Só posso concluir que estes empresários só procuram o lucro fácil, independentemente de deixarem desempregadas as pessoas do seu país de origem. Isto acarretará consequências negativas para eles, pois as pessoas daqui não poderão comprar os seus produtos por não terem poder de compra.

Considero que o que falta neste país é aplicação de valores patrióticos que eduquem as pessoas a amar e respeitar Portugal. Se houvesse estes valores, estes empresários manteriam a produção e serviços neste país para dignificar o seu povo e a sua história.